Convidamos você, jovem! Venha participar do Encontrão da Juventude, dia 06/10/2013 ás 12h na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe!
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Preparação para o Encontrão
Nesta quinta-feira a PJ e seus coordenadores se reuniram para acertarem o detalhes do Encontrão da Juventude. A reunião aconteceu no Seminário, com um clima de alegria e união entre os participantes.
Convidamos você, jovem! Venha participar do Encontrão da Juventude, dia 06/10/2013 ás 12h na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe!
Convidamos você, jovem! Venha participar do Encontrão da Juventude, dia 06/10/2013 ás 12h na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Unidos na harmonia da diversidade – o Papa Francisco na audiência geral em que falou sobre a unidade da Igreja
sua catequese o tema da unidade da Igreja. No Credo dizemos: “Creio na Igreja Una...”, ou seja, professamos que é única; a Igreja é uma só para todos. Em todo o lado, mesmo no sítio mais isolado da Terra, na paróquia mais pequenina, aí existe a mesma e única Igreja; aí estamos em casa, somos irmãos e irmãs:
“Não há uma Igreja para os europeus, uma para os africanos, uma para os anericanos, uma para os asiáticos, uma para os que vivem na Oceania, mas é a mesma em todo o lado. É como uma família: podemos estar longe, espalhados pelo mundo, mas as ligações profundas que unem todos os membros conservam-se fortes seja qual for a distância. Penso na experiência da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro: naquela multidão sem fim de jovens presentes na praia de Copacabana, ouviam-se falar muitas línguas, viam-se rostos com traços muito diversos; e, contudo, estávamos unidos, sentíamo-nos e éramos uma única Igreja.“
O Santo Padre lançou algumas questões: Sinto eu esta unidade? Quando ouço falar de cristãos que sofrem no mundo, fico indiferente ou sinto-o como se sofresse um da minha família? O Papa Francisco referiu-se, assim, às muitas feridas que ainda afetam a Igreja como por exemplo as diferenças entre católicos, protestantes e ortodoxos... É preciso procurar construir a unidade:
“O nosso mundo tem necessidade de unidade, de reconciliação, de comunhão e a Igreja é Casa de Comunhão. São Paulo dizia aos cristãos de Éfeso: Eu, prisioneiro em nome do Senhor, exorto-vos: comportai-vos em modo digno ao chamamento que haveis recebido, com humildade, doçura e magnanimidade, suportando-vos uns aos outros no amor, conservando a unidade do espírito por meio do vínculo da paz. Humildade, doçura, magnanimidade, amor para conservar a unidade! E continuava: um só corpo, aquele de Cristo que recebemos na Eucaristia; um só Espírito, o Espírito Santo que anima e recria a Igreja; uma só esperança, a vida eterna; uma só fé, um só batismo, um só Deus, Pai de todos.”
O Papa Francisco concluiu a sua catequese afirmando que a unidade da Igreja tem um motor que é o Espírito Santo:
“A nossa unidade, não é primariamente fruto do nosso esforço por vivermos de acordo e unidos; mas vem d’Ele que faz a harmonia na diversidade. Por isso é importante a oração, que é a alma do nosso compromisso de homens e mulheres de comunhão, de unidade.
Peçamos-Lhe que nos faça cada vez mais unidos e não nos deixe ser jamais instrumentos de divisão.”
No final da audiência o Papa Francisco saudou os peregrinos de língua portuguesa especialmente os grupos de comunidades paroquiais do Brasil e ainda um grupo de Lisboa.
FONTE: Santa Sé
http://www.news.va/pt/news/unidos-na-harmonia-da-diversidade-o-papa-francisco
Audiência Geral: "O mundo precisa de unidade e reconciliação. O cristão morda sua língua antes de difamar"
Em sua catequese neste Ano da Fé, o Pontífice falou da Igreja “una”, como confessamos no Credo. Se olharmos para a Igreja Católica no mundo, disse o Santo Padre, descobrimos que ela compreende quase 3.000 dioceses espalhadas em todos os continentes. Mesmo assim, milhares de comunidades católicas formam uma unidade – unidade na fé, na esperança, na caridade, nos Sacramentos e no Ministério.
“Onde quer que estejamos, mesmo na menor paróquia no ângulo mais remoto desta Terra, há uma única Igreja; nós estamos em casa, somos uma família, estamos entre irmãos e irmãs. E este é um grande dom de Deus! A Igreja é uma só para todos. Não há uma Igreja para os europeus, uma para os africanos, uma para os americanos, uma para os asiáticos, uma para quem vive na Oceania, mas é a mesma em todos os lugares.”
Como exemplo dessa unidade, o Papa então citou a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro: “Naquela multidão sem fim de jovens na praia de Copacabana, ouviam-se falar tantas línguas, se viam tantos rostos com traços diferentes, e mesmo assim havia uma profunda unidade, se formava uma única Igreja”.
Devemos nos perguntar, disse ainda Francisco, se sentimos e vivemos esta unidade ou “privatizamos” a Igreja para nosso grupo, nossa nação e nossos amigos. “Quando ouço falar de cristãos que sofrem no mundo, fico indiferente ou sinto-o como se sofresse um da minha família? É importante olhar para fora do próprio recinto, sentir-se Igreja, única família de Deus!”
Às vezes, constatou o Pontífice, surgem incompreensões, conflitos, tensões, divisões que ferem a Igreja. “Somos nós a criar dilacerações! E se olharmos para as divisões que ainda existem entre cristãos, católicos, ortodoxos, protestantes....sentimos a fadiga de tornar plenamente visível esta unidade. É preciso buscar, construir a comunhão, educar-nos à comunhão, a superar incompreensões e divisões, começando pela família, pelas realidades eclesiais, no diálogo ecumênico. O nosso mundo necessita de unidade, de reconciliação, de comunhão e a Igreja é Casa de comunhão. Antes de fazer intrigas, um cristão deve morder a própria língua.”
A unidade da Igreja, porém, não é primariamente fruto do nosso esforço por vivermos de acordo e unidos; o motor desta unidade é o Espírito Santo, que faz a harmonia na diversidade.
“Por isso é importante rezar”, concluiu Francisco: “Peçamos ao Senhor que nos faça cada vez mais unidos e jamais nos deixe ser instrumentos de divisão. Como diz uma bela oração franciscana, que levemos amor onde há ódio, o perdão onde há ofensa, união onde há discórdia”.
FONTE: Santa Sé
http://www.news.va/pt/news/audiencia-geral-o-mundo-precisa-de-unidade-e-recon
terça-feira, 24 de setembro de 2013
“O sacramento não é um rito mágico, mas um encontro com Jesus Cristo” – Papa Francisco na missa desta terça-feira em Santa Marta
“E seja nos momentos maus, seja nos momentos bons, uma coisa sempre é igual: o Senhor está lá, nunca abandona o Seu povo! Porque o Senhor, no dia do pecado, no primeiro pecado, tomou uma decisão, fez uma escolha: fazer História com o Seu Povo. E Deus, que não tem História porque é eterno, quis fazer História, caminhar junto do Seu Povo. Mas mais ainda: fazer-se um de nós, caminhar connosco em Jesus. E isto diz-nos o que é a humildade de Deus”.
A grandeza de Deus é precisamente a humildade. Mesmo quando o seu povo o esquecia e regressava à idolatria, Deus ficava à sua espera. E Jesus veio para caminhar com o seu povo mesmo com os soberbos. E fez tanto para ajudar os corações soberbos dos fariseus:
“Humildade. Deus sempre nos espera. Deus está connosco, Deus caminha connosco, é humilde: espera sempre por nós. Jesus sempre nos espera. Esta é a humildade de Deus. E a Igreja canta com alegria esta humildade de Deus que nos acompanha, como o fizemos no salmo. ‘Iremos com alegria para a casa do Senhor’: vamos com alegria porque Ele nos acompanha, Ele está connosco. É o Senhor Jesus, mesmo na nossa vida pessoal acompanha-nos: com os Sacramentos. O Sacramento não é um rito mágico: é um encontro com Jesus, nós encontramos o Senhor e Ele está junto a nós e nos acompanha.”
“E se o Senhor entrou na nossa história, peçamos-Lhe a graça de que seja Ele a escrever a nossa história.”
FONTE: Santa Sé
http://www.news.va/pt/news/o-sacramento-nao-e-um-rito-magico-mas-um-encontro
Papa Francisco: "os migrantes e refugiados não são peões no tabuleiro de xadrez da humanidade"
O Dia Mundial do Migrante e do Refugiado foi instituído pelo Papa Pio X em 1914, e no próximo ano celebra a sua 100ª edição.
O Papa inicia a sua mensagem com uma constatação que “as nossas sociedades estão enfrentando, como nunca antes na história, processos de interdependência mútua e interação em um nível global, que, mesmo incluindo elementos problemáticos ou negativos, se destinam a melhorar as condições de vida da família humana, não só nos aspectos econômicos, mas também nos aspectos políticos e culturais”. Em seguida afirma que cada pessoa pertence à humanidade e partilha a esperança de um futuro melhor com toda a família dos povos. E é a partir dessa constatação que o Santo Padre escolheu como tema para o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados deste ano: “Os migrantes e refugiados: rumo a um mundo melhor”.
Falando dos resultados das mudanças modernas, o Papa Francisco destaca o fenômeno crescente da mobilidade humana que emerge como um “sinal dos tempos”, como o definiu o Papa Bento XVI na sua Mensagem de para o Dia Mundial do migrante e do refugiado de 2006. Se por um lado, as migrações muitas vezes denunciam fragilidades e lacunas nos Estados e na Comunidade internacional, por outro, revelam a aspiração da humanidade de viver a unidade, no respeito às diferenças; de viver o acolhimento e a hospitalidade, que permitem a partilha equitativa dos bens da terra; de viver a proteção e a promoção da dignidade humana e da centralidade de cada ser humano.
Falando em seguida do ponto de vista cristão o Santo Padre observa a tensão entre a beleza da criação, marcada pela Graça e pela Redenção, e o mistério do pecado. A solidariedade e o acolhimento, os gestos fraternos e de compreensão, veem-se contrapostos à rejeição, discriminação, aos tráficos de exploração, de dor e de morte.
Um motivo de preocupação são, principalmente, as situações em que a migração não só é forçada, mas também realizada através de várias modalidades de tráfico humano e de escravidão. O “trabalho escravo” é hoje uma moeda corrente!
E o Papa Francisco se pergunta: o que significa a criação de um “mundo melhor”? “Esta expressão – acrescenta - não se refere ingenuamente a conceitos abstratos ou a realidades inatingíveis, mas se dirige à busca de um desenvolvimento autêntico e integral, para poder agir de tal modo que haja condições de vida digna para todos, para que se encontrem respostas justas às necessidades dos indivíduos e das famílias, para que seja respeitada, preservada e cultivada a criação que Deus nos deu.
O nosso coração quer um “mais”, - continua a mensagem - que não seja simplesmente conhecer mais ou ter mais, mas que seja essencialmente um ser mais. Não se pode reduzir o desenvolvimento a um mero crescimento econômico, alcançado, muitas vezes, sem tem em conta os mais fracos e indefesos. O mundo só pode melhorar se a atenção é dirigida, em primeiro lugar, à pessoa; se a promoção da pessoa é integral, em todas as suas dimensões, inclusive a espiritual; se não se deixa ninguém de lado, incluindo os pobres, os doentes, os encarcerados, os necessitados, os estrangeiros (cf. Mt 25, 31-46); caso se passe de uma cultura do descartável para uma cultura do encontro e do acolhimento.
O Papa Francisco chama a atenção ainda para o fato que os migrantes e refugiados não são peões no tabuleiro de xadrez da humanidade. Trata-se de crianças, mulheres e homens que deixam ou são forçados a abandonar suas casas por vários motivos, que compartilham o mesmo desejo legítimo de conhecer, de ter, mas, acima de tudo, de ser mais.
No caminho, ao lado dos migrantes e refugiados, - acrescenta o Santo Padre -, a Igreja se esforça para compreender as causas que estão na origem das migrações, mas também se esforça no trabalho para superar os efeitos negativos e aumentar os impactos positivos nas comunidades de origem, de trânsito e de destino dos fluxos migratórios.
Violência, exploração, discriminação, marginalização, abordagens restritivas às liberdades fundamentais, tanto para o indivíduo quanto para grupos, são alguns dos principais elementos da pobreza que devem ser superados. Muitas vezes, são justamente esses aspectos que caracterizam os movimentos migratórios, ligando migração e pobreza.
Fugindo de situações de miséria ou de perseguição em vista de melhores perspectivas ou para salvar a sua vida, - continua a mensagem do Papa Francisco - milhões de pessoas embarcam no caminho da migração e, enquanto esperam encontrar a satisfação das expectativas, muitas vezes o que encontram é suspeita, fechamento e exclusão; quando não são golpeados por outros infortúnios, muitas vezes, mais graves e que ferem a sua dignidade humana.
A realidade das migrações, com as dimensões que assume na nossa época de globalização, precisa ser tratada e gerida de uma maneira nova, justa e eficaz, o que exige, acima de tudo, uma cooperação internacional e um espírito de profunda solidariedade e compaixão.
O Santo Padre afirma que uma boa sinergia pode ser um incentivo para os governantes enfrentarem os desequilíbrios socioeconômicos e uma globalização sem regras, que se encontram entre as causas das migrações em que as pessoas são mais vítimas do que protagonistas.
É também importante ressaltar como essa colaboração já começa com o esforço que cada país deveria fazer para criar melhores condições econômicas e sociais no seu próprio território, para que a emigração não seja a única opção para aqueles que buscam a paz, a justiça, a segurança e o pleno respeito da dignidade humana.
Finalmente, olhando para a realidade dos migrantes e refugiados, há um terceiro elemento que o Papa Francisco destaca neste caminho de construção de um mundo melhor: a superação de preconceitos e de pré-compreensões, ao considerar a migração. De fato, não é raro que a chegada de migrantes, prófugos, requerentes de asilo e refugiados desperte desconfiança e hostilidade nas populações locais. Surge o medo que se produzam perturbações na segurança social, que se corra o risco de perder a identidade e a cultura, que se alimente a concorrência no mercado de trabalho ou, ainda, que se introduzam novos fatores de criminalidade. Os meios de comunicação social, neste campo, têm um papel de grande responsabilidade: cabe a eles, de fato, desmascarar estereótipos e fornecer informações corretas.
O Papa cita ainda a Sagrada Família de Nazaré que teve que viver a experiência de rejeição no início do seu caminho. E conclui: “Queridos migrantes e refugiados! Não percais a esperança de que também a vós está reservado um futuro mais seguro; Que possais encontrar em vossos caminhos uma mão estendida; que vos seja permitido experimentar a solidariedade fraterna e o calor da amizade!”
FONTE: Santa Sé
http://www.news.va/pt/news/papa-francisco-os-migrantes-e-refugiados-nao-sao-p
Nossa Senhora das Mercês
Hoje celebramos a Solenidade de Nossa Santíssima Mãe das MercêsEis-nos prostrados diante da ara santa.
Olha-te teus filhos o vivo amor e a fé!
com terno afeto, ditosos Te cantam:
Glória e Louvor a Virgem das Mercês!
Glória e Louvor a Virgem das Mercês!
Mãe das Mercês, Mãe dos Cativos, rainha dos Vocacionados, interceda por nós junto de Deus!
“Nobre senhora, és poderosa do filho sobre o coração; por ti quem ora, confiante dele consegue a salvação”.
“... Na Prisão e te fomos visitar” (Mt 25,39). Os Apóstolos ouviram a explanação de Jesus, sobre o Juízo Final, e por certo nunca mais esqueceram. A começar pelo mestre, em seguida os apóstolos, discípulos e tantos outros que experimentaram a privação da liberdade por causa do evangelho.
Todos os sofrimentos físicos e morais do cativeiro, deixavam sequelas graves naqueles que tinham, a desgraça de cair nas mãos dos inimigos. Sempre, e em todos os momentos da história da humanidade, encontramos a úlcera dolorosa dos cativeiros de cunho religioso, politíco, e até mesmo de ideais.
O Homem pode encarcerar o corpo físico, porém nunca os pensamentos, os ideais, as convicções politícas e religiosas, estes permanecem livres de todo e qualquer tipo de algemas.
As incontáveis guerras entre Mouros e Cristãos na Península Ibérica, a partir do ano de 711, foram, sem dúvida o placo dos cativeiros. O fanatismo e a intransigênca religiosa proporcionaram sofrimentos aos cativos de ambas partes.
Surgiram a partir do século XII o movimento das Cruzadas como um esforço coletivo, para defesa da Lei de Cristo. Foi neste período que surgiram as irmandades e confrarias estabelecidas, com a finalidade de arrecadar fundos para libertar os cativos.
Foi neste período que o jovem frânces Pedro Nolasco, estabelecendo-se em Barcelona uniu-se a alguns jovens de fé firme e corações generosos, cujos propósitos
seriam; negociar a libertação dos cativos em poder dos Mouros. Cada jovem, associado colocaria seus próprios bens a serviço da causa dos encarcerados e solicitariam dos fiéis e das Igrejas uma oferta anual; “A esmola dos cativos.”

“A Inspiração de Maria”
Pedro Nolasco recebeu do céu, através de Maria Santíssima, o que ele mesmo considerou, e depois dele, toda a sua ordem, como a verdadeira revelação do futuro de sua Fraternidade.
Era noite de 1º a 2 de agosto de 1218, estando em oração Pedro Nolasco viu claro que sua associação redentora necessitava do respaldo público e solene Rei Jaime I.
Nesta mesma noite Pedro Nolasco ouviu da Ssma. Virgem: “Deus deseja que se estabeleça uma congregação religiosa para o resgate dos cativos.” Pedro Nolasco foi no dia seguinte ao encontro de seu confessor Pe. Raimundo de Penaforte, que lhe contou ter tido a mesma revelação na noite anterior. Ambos ainda atonitos foram ao Rei Dom Jaime I de Aragão pedir apoio, e ouviram com assombro a mesma revelação de que o Rei tivera na noite anterior da Virgem Maria.
Foram ao Papa, e dele obtiveram a benção, certos de que esta era a vontade de Deus deram ínicio a obra.
Dom Jaime I mandou construir o convento, enquanto Pe. Raimundo Penaforte elaborava os estatutos, Pedro Nolasco foi o primeiro comandante geral da mílica.
Era o dia 24 de Setembro quando Pedro Nolasco e os companheiros professaram votos solenes, assim estava fundada a Ordem Real e Militar de Nossa Senhora das Mercês da Redenção dos Cativos, fizeram dos votos de pobreza, obediência e castidade, além de tornar-se esravos, se fosse necessário, para salvar os prisioneiros.
Hoje são outras as escravidões: consumismo, comodismo, individualismo, desemprego, vícios, fome, violência, insegurança, desagregação familiar etc. Que a Virgem das Mercês, que nos deu grande Mercê, seu filho Jesus, interceda por nós, nos ajude a superar nossas escravidões.
Rogai por nós!
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