sábado, 24 de agosto de 2013

São Bartolomeu

Neste dia, festejamos a santidade de vida de São Bartolomeu, apóstolo de Nosso Senhor Jesus Cristo, que na Bíblia é citado com o nome de Natanael (que significa dom de Deus). Os três Evangelhos sinópticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Talmay (filho de Talmay em aramaico). Nasceu em Caná da Galiléia, naquela pequena aldeia onde Jesus transformou a água em vinho.

Bartolomeu é modelo para quem quer se deixar conduzir pelo Senhor, pois, assim encontramos no Evangelho de São João: “Filipe vai ter com Natanael e lhe diz: ‘É Jesus, o filho de José de Nazaré’”. Depois de externar sua sinceridade e aproximar-se do Cristo, Bartolomeu ouviu dos lábios do Mestre a sua principal característica: “Eis um verdadeiro israelita no qual não há fingimento” (Jo 1,47).
Pertencente ao número dos doze, São Bartolomeu conviveu com Jesus no tempo da vida pública e pôde contemplar no dia-a-dia o conteúdo de sua própria profissão de fé: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. Depois da Paixão, glorificação do Verbo e grande derramamento do Espírito Santo em Pentecostes, conta-nos a Tradição que o apóstolo Bartolomeu teria evangelizado na Índia, passado para a Armênia e, neste local conseguido a conversão do rei Polímio, da esposa e de muitas outras pessoas, isto até deparar-se com invejosos sacerdotes pagãos, os quais martirizaram o santo apóstolo, após o arrancarem a pele, mas não o Céu, pois perseverou até o fim.
São Bartolomeu, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Encontro Jovem - Shalom + Crescendo na Fé

Encontro Jovem com Grupo Vocacional Shalom Jovem e Grupo Jovem Crescendo na Fé será realizado neste domingo!

Venha jovem, venha conhecer a Pastoral da Juventude! Venha rezar! Venha ouvir, venha falar!

Peregrinos que vieram para a JMJ pedem refúgio ao Brasil

  • - No Rio, pelo menos 38 estrangeiros que viajaram para ver o Papa já deram entrada em processo para ficar no país.

  • - Eles alegam perseguição religiosa ou questões relacionadas a conflitos armados em seus países de origem.



  • No corpo do serra-leonês A., de 24 anos, as cicatrizes revelam as marcas da intolerância. Aos 4 anos, ele viu o pai e a irmã mais velha serem assassinados pelos vizinhos por conta de sua opção religiosa: a família era católica. Quando fez 9 anos, A. foi levado à força para uma floresta próxima à vila onde morava, no oeste de Serra Leoa, para participar de um ritual de inicialização tribal durante o qual seu corpo foi perfurado com ganchos.

    O jovem é um dos 43 estrangeiros que aproveitaram a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para pedir refúgio ao Brasil, alegando perseguição religiosa ou questões relacionadas ao conflito armado em seus países de origem. Segundo levantamento do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), somente no Rio 38 peregrinos do Paquistão, da República Democrática do Congo e de Serra Leoa, assistidos pela Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro (Carj), já deram entrada no processo de regularização de sua estada no país. Outros cinco, que estão em São Paulo, também já pediram refúgio.

    — A JMJ foi a oportunidade que tive para sair do meu país. Meu pai foi morto por ser cristão. Minha mãe, que é liberiana, saiu de Serra Leoa por medo. O que aconteceu com eles também poderia acontecer comigo — relatou o jovem.

    O radicalismo dos moradores da vila onde A. viveu até a adolescência marcou a memória do jovem serra-leonês. Ele chama a floresta onde foi obrigando ainda criança a passar quatro meses realizando rituais tribais tradicionais de sua comunidade de Evil Forest, a Floresta do Diabo ou da Maldade.

    — Eles nos tratavam como escravos. Não deixavam a gente dormir com o grupo que estava na Evil. Quando rasgaram meu corpo com os ganchos eu fiquei dias sagrando sem nenhum tipo de assistência — relatou o jovem mostrando as cicatrizes espalhadas pelo peito e pelas costas.

    Além da mãe, A. deixou para trás quatro irmãs e cinco irmãos. Como ele, o também serra-leonês C. conta as agressões sofridas em sua vila, também localizada a oeste do país, por conta de ser católico. No ano passado, desobedecendo a uma ordem do pai, que também é católico, ele foi caminhar na vila durante um festival realizado na comunidade que tem cerca de 250 pessoas e onde somente oito seguem o catolicismo.

    C. relata que foi cercado por um grupo que o agrediu. Ao tentar fugir do ataque, ele foi atingido por uma pedra na cabeça. A cicatriz é marca da intolerância religiosa que sofreu. O pai, preocupado com a segurança do filho, o incentivou a sair do país em busca de uma nova vida.

    — Meu pai soube que em dezembro eles fariam algum tipo de ação contra os católicos. Ele é professor e tem o respeitos dos mais velhos, mas nós não estaríamos seguros — relatou.

    Lei da blasfêmia para perseguir católicos

    Enquanto as marcas dos serra-leoneses materializam a perseguição sofrida em seu país, o grupo de paquistaneses que pediram refúgio ao Brasil traz na bagagem da JMJ histórias de discriminações e perseguições. O paquistanês Z., que vivia ao sul de Islamabad com seus pais e quatro irmãos, relata as privações sofridas por ele, os familiares e amigos em sua terra natal. Ele conta que o irmão teve que largar o emprego de vendedor de peças para a indústria de armas quando descobriram que era católico. A família se refugiou na casa de parentes em cidades vizinhas, por contra da discriminação. Ele afirma ainda que já foi perseguido por autoridades locais e discriminado na busca por um emprego quando se declarou católico. O jovem, que pediu para não ser identificado, testemunhou perseguições e violência contra outros católicos de sua comunidade.

    — Eles usaram a lei de blasfêmia para perseguir católicos. Casas eram invadidas, pessoas eram presas e não voltavam. Apesar da constituição (do Paquistão) afirmar que cada pessoa tem direito à sua crença, eles se utilizavam de armadilhas para dizer que os cristãos depreciavam o Islã, insultando sentimentos religiosos de outra pessoa — relatou o jovem, afirmando que em março outros católicos, que praticavam a religião com ele, foram perseguidos e apreendidos por autoridades locais.

    Na casa, no subúrbio do Rio — a pedido da Cáritas e do ACNUR, nomes e localizações dos peregrinos não podem ser divulgados, pois o processo de solicitação de refúgio ainda não foi concluído —, a imagem do Papa Francisco enfeita um mural improvisado. Lá estão cinco estrangeiros — três paquistaneses e dois serra-leoneses — dos 11 que pediram refúgio por perseguição religiosa. No total, seis peregrinos vieram do Paquistão, três de Serra Leoa e dois do Congo. Um outro grupo continua sendo hospedado por voluntários da JMJ.

    A coordenadora do projeto de assistência e proteção a refugiados da Cáritas, Aline Thuller, afirma que o número de estrangeiros no Rio em situação análoga a do grupo pode ser maior. Segundo ela, há relatos, entre as pessoas assistidas pela Cáritas no Maracanã, de outros estrangeiros que não iniciaram o processo de pedido de refúgio:

    — Há, sim, a possibilidade de haver mais pessoas que vieram para a JMJ e não pediram refúgio ainda. Muitos, por medo. Outros, por desconhecimento da legislação brasileira sobre o tema.
    O Brasil é signatário dos principais tratados internacionais de direitos humanos e é parte na Convenção das Nações Unidas, de 1951, sobre o Estatuto dos Refugiados e do seu Protocolo, de 1967. O país promulgou, em julho de 1997, a lei de refúgio 9.474/97, contemplando os principais instrumentos regionais e internacionais sobre o tema.

    Ajuda de custo e documentos novos

    A lei garante documentos básicos aos refugiados, incluindo carteiras de identidade e de trabalho, além de garantir a liberdade de movimento no território nacional e outros direitos civis. O processo que avalia os pedidos de refugiados demora, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas, cerca de oito meses. Primeiro, eles dão entrada no pedido na Polícia Federal. Em seguida, são encaminhados à rede da Cáritas para receber ajuda jurídica e social. No período de avaliação, que passa também pelo Ministério da Justiça, eles recebem auxílio de R$ 300 e documentos provisórios, como carteira de trabalho e CPF. A Cáritas faz ainda o acompanhamento social do caso e oferece cursos de português e artesanato aos atendidos.
    Os pedidos de refúgio com a alegação de perseguição religiosa representam, para o representante do Acnur no Brasil, Andrés Ramires, um desafio às autoridades brasileiras:

    — Faremos um acompanhamento detalhado desses casos, pois o pedido de refúgio, devido a opções religiosas, é uma questão complexa de ser decidida. Claramente, há épocas em que o número de refugiados motivados por questões religiosas é maior. Numa avaliação preliminar é possível afirmar que a JMJ influenciou diretamente no aumento desses casos no Brasil.
    Em meio à dor da separação dos familiares, a esperança de recomeçar a vida é o que os mantêm firmes na decisão de pedir refúgio ao Brasil. Todos são unanimes: a razão de quererem ficar aqui é a liberdade de poder se manifestar.

    — Não me perguntam o que eu sou, o que eu penso, em que eu creio. Aqui, as pessoas são receptivas. Elas não nos julgam por conta de nossas escolhas — afirma o paquistanês Y.
    O Brasil possui cerca de 4.200 refugiados reconhecidos pelo governo federal, originários de mais de 70 nacionalidades diferentes. Em 2013, cerca de 300 novos pedidos já foram aceitos pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), sendo a maioria composta por refugiados originários da Síria, da Colômbia e da República Democrática do Congo. Em todos os casos, por conta de conflitos militares em seus países de origem.

    Fonte:  Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

    Papa Francisco promove encontro no Vaticano sobre a chaga do tráfico de seres humanos

    Atendendo a um expresso desejo do Papa Francisco, a Pontifícia Academia das Ciências e a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, junto à FIAMC (Federação Mundial das Associações Médicas Católicas), organizam para os dias 2 e 3 de novembro próximo um grupo de trabalho preparatório para analisar o tráfico de seres humanos e a escravidão moderna e estabelecer tanto a real situação, quanto um plano de ação para combatê-los.

    Hoje – explica o chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, Dom Marcelo Sánchez Sorondo – "as ciências naturais podem oferecer novos instrumentos a serem utilizados contra essa nova forma de escravidão, quais um registro digital para comparar o DNA das crianças desaparecidas não identificadas (inclusos os casos de adoção ilegal) com o de seus familiares que tenham denunciado o desaparecimento delas".

    Ninguém – prossegue – pode negar que "o tráfico de seres humanos constitui um terrível delito contra a dignidade humana e uma grave violação dos direitos humanos fundamentais" e que, neste novo século, serve para a criação de patrimônios criminosos.

    O Concílio Vaticano II já afirmava que "a escravidão, a prostituição, o mercado de mulheres e de jovens, ou ainda as ignominiosas condições de trabalho, com as quais os trabalhadores são tratados como simples instrumentos de ganho, e não como pessoas livres e responsáveis" são "vergonhosas", "prejudicam a civilização humana, desonram aqueles que assim se comportam" e "ofendem grandemente a honra do Criador".

    Num dos poucos documentos do Magistério dos Papas sobre este tema, citado na abertura, o Beato João Paulo II acrescentou que "estas situações são uma afronta aos valores fundamentais partilhados por todas as culturas e por todos os povos, valores radicados na própria natureza da pessoa humana", afirmando, além disso, que o tema é de importância central para as ciências sociais e as ciências naturais no contexto da globalização.

    "O aumento alarmante do comércio de seres humanos é um dos prementes problemas econômicos, sociais e políticos associados ao processo de globalização. É uma grave ameaça para a segurança de cada nação e uma inadiável questão de justiça internacional."

    Alguns observadores – ressalta Dom Sorondo – defendem que, daqui a poucos anos, o tráfico de pessoas superará o tráfico de drogas e de armas, tornando-se assim a atividade criminosa mais lucrativa do mundo.
    Todavia, as tendências recentes indicam que o tráfico de seres humanos já teria alcançado o primeiro lugar, porque, longe de ser um crime social em declínio, a sua presença se torna cada vez mais ameaçadora.

    O tráfico internacional de cunho sexual não se limita às zonas pobres e subdesenvolvidas, mas se estende virtualmente a todas as regiões do mundo. Enquanto os países com uma grande (muitas vezes legal) indústria do sexo geram a procura do tráfico de mulheres, jovens e adolescentes, são os países economicamente mais pobres os que atendem a tal procura oferecendo-as na maioria das vezes.

    De fato, é nesses países que os traficantes conseguem com maior facilidade recrutar as vítimas. As regiões da maior parte das vítimas da exploração sexual são as ex-repúblicas soviéticas, a Ásia e a América Latina.
    Por causa do escândalo humano e moral que comportam e dos interesses em questão, que levam ao pessimismo e à resignação, muitas instituições deram as costas para essa tragédia.

    Portanto – prossegue Dom Sorondo –, "é importante para a Pontifícia Academia das Ciências, a Pontifícia Academia das Ciências Sociais e a Federação Mundial das Associações Médicas Católicas, seguir diretamente, ao pé da letra, o desejo do Papa".

    De fato, "devemos ser gratos ao Papa Francisco por ter identificado um dos mais importantes dramas sociais do nosso tempo e por ter depositado confiança em nossas instituições católicas pedindo-nos que organizássemos este grupo de trabalho", expressa o Arcebispo Sorondo. (RL)

    Fonte: Santa Sé
    http://www.news.va/pt/news/francisco-promove-encontro-no-vaticano-sobre-a-cha

    quinta-feira, 22 de agosto de 2013

    Beatificação de 19 Padres Mercedários


    "Neste Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, a Ordem das Mercês vive com grande alegria a sonhada beatificação de 19 religiosos que sofreram martírio na Espanha no século XX, chamado pelo Beato João Paulo II o século dos Mártires."

    Texto: Frei Joaquim Millán Rulio - Historiador da Ordem das Mercês


    A Cerimônia de Beatificação ocorrerá no dia 13 de Outubro em Tarragona, na Espanha.

    Acompanhe abaixo a lista dos 19 religiosos mercedários que serão beatificados:

    - P. Mariano Alcabá Pérez
    - P. Tomás Carbonell Miguel
    - P. Francisco Gargallo Gascón
    - P. Manuel Sancho Aguilar
    - P. Mariano Pina Túron
    - Fr. Pedro Esteban Hernández
    - Fr. Antonio Laboz Gan
    - Fr.José Trallero Lou
    - Fr. Jaime Codina Casellas
    - P. José René Prenfeta
    - Fr. Antonio Gonzalez Penín
    - P. Tomás Campo Marín
    - P. Francisco Llagostera Bonet
    - Fr. Serapio Sanz Iranzo
    - P. Enrique Morante Chic
    - P. Jesús Eduardo Massonet Flaquer
    - P. Amancio Marín Minguéz
    - P. Lorenzo Moreno Nicolás
    - Fr. Francisco Mitjá Mitjá



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    Homenagem à Nossa Senhora

    Exemplo de mulher, exemplo de mãe!
     Nossa Senhora, nossa Rainha!

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    quarta-feira, 21 de agosto de 2013

    Solene Inauguração da Capela do Convento São Pedro Nolasco

    Nesta segunda-feira, 19/08/2013, foi realizada uma Solene Inauguração da Capela do Convento São Pedro Nolasco.